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SAVANAS DOS TIRIYÓS

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  A Savana dos Tiriyós é uma área de Cerrado localizada ao norte do Pará nos municípios de Óbidos e Oriximiná, dentro do Parque Indígena do Tumucumaque onde se localiza as aldeias indígenas dos Tiriyós, embora uma pequena parte desta área localiza-se no Suriname.   Figura 1. Localização e hipsometria da S avana dos Tiriyós, Pará-Brasil.   As Savanas de Tiriyós constituem-se das vegetações de savana arbórea aberta, ao sul, sendo um cerrado típico (estrato arbóreo de 3,0 a 6,0 m) em altitudes inferiores a 600m, ocupando um mosaico de solos do tipo Latossolo e Podzólico; savana arbórea densa na porção central e sul (estrato arbóreo de 10,0 a 15,0 m) da sub-região; savana-parque na porção norte e noroeste da sub-região e pequenas ocorrências na parte sul (cerrado parque, estrato arbóreo de 2,0 a 4,0 m); savana gramíneo-lenhosa (campo limpo e campo sujo, sem estrato arbóreo e/ou sem expressão). Quando as savanas estão situadas principalmente, em altitudes superiores a 600 - 80...

RESERVATÓRIO ARTIFICIAL E SUPERFICIAL DO IFB - CAMPUS PLANALTINA

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  Está sendo desenvolvido um trabalho de pesquisa referente à MODELAGEM TRIDIMENSIONAL DE UM RESERVATÓRIO ARTIFICIAL E SUPERFICIAL DE ÁGUA NO INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA – CAMPUS PLANALTINA, fomentado pelo edital Edital 09-2022 FAP-DF. Figura 1. Localização geográfica do reservatório de água artificial e superficial do IFB - Campus Planaltina.     Clique para ver o VÍDEO obtido por técnicas de fotogrametria aérea após obtenção de fotos aéreas com Veículo Aéreo não Tripulado.     A expectativa é que o estudante-bolsista possa ter contato com uma das formas de se aplicar a técnica de batimetria simples e de baixo custo, e que tal possa ser ferramenta útil no seu futuro profissional, o auxiliando na resolução de questões de dimensionamentos de projetos que envolvam captação e abastecimento de água, bem como da utilização de diferentes ferramentas geotecnológicas também utilizadas para modelagem tridimensional de reservatórios de água.    Ainda, ...

FOZ DO SÃO FRANCISCO: ALTERAÇÕES GEOMORFOLÓGICA POR AÇÕES ANTRÓPICAS

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  A demanda crescente de água por parte das hidrelétricas e do agronegócio rio acima da foz do São Francisco promove redução contínua das suas vazões, o que vem permitindo que o mar invada seu leito, com consequências sobre a salinização da água e dos solos, afetando a produção de arroz, a pesca, uma vez que populações de peixes e plantas foram substituídas por espécies oportunistas adaptadas, o fornecimento de água doce e a saúde pública.   Foi realizado uma análise temporal por meio de imagens de satélites para verificação das mudanças geomorfológicas consequência das ações antrópicas na foz do Rio São Francisco.      Figura 1. Análise temporal para verificação das mudanças geomorfológicas consequência das ações antrópicas na foz do Rio São Francisco.     É possível observa na figura 1, tendo como referência "bandeirinhas" amarelas, que o mar cobriu faixas de solo assim como removeu massas de solos (erosão), desaparecendo com a vegetação e corpos m...

USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ÀS MARGENS DO RIO FORMOSO-TO: ABERTURA DE CANAIS DE IRRIGAÇÃO E DRENAGEM

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  O rio Formoso no estado de Tocantins está inserido na bacia hidrográfica do Tocantins/Araguaia e sub bacia do Araguaia. Nasce entre os municípios tocantinenses de Sandolândia e Figueirópolis, tem aproximadamente 405 km de extensão e larguras médias mínima e máxima de 45 m a 90 m respectivamente da sua calha, com canal fluvial de formato meandriforme. É afluente do rio Javaé, perpassando pelos municípios tocantinenses quando da sua porção no município Pium (Figura 1). Figura 1. Localização do rio Formoso no estado de Tocantins.    Dentro dos limites da bacia do rio Formoso (declividades predominantes entre 0 a 10%), em altitudes maiores que 180 m predominam as fitofisionomias cerrados densos e típicos em mosaico com cerradão que, juntos, são denominados cerrado lato sensu, ocorrendo sobre as classes de solos Plintossolos e Latossolos, tanto em áreas planas como em terrenos ondulados. O cerrado lato sensu ocorre associado às matas de galeria e ciliar, juntos aos corpos h...

TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE TERRESTRE - PRODUTO SENTINEL-3

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  O instrumento SLSTR dos satélites Sentinel-3A e Sentinel-3B possuem bandas térmicas em três canais infravermelhos S7, S8 e S9 em 3,74, 10,85 e 12 μm de comprimentos de ondas, respectivamente, com resolução espacial de 1.000 metros, usadas para recuperação da temperatura da superfície do mar e da Temperatura da Superfície Terrestre (LST) nos produtos de Nível-2. Ainda, o referido instrumento possui dois canais na região do infravermelho (fogo e alta temperatura) de faixa dinâmica de baixo ganho (F1 e F2) projetados para fornecer os dados radiométricos necessários para a geração de produtos quantitativos de fogo ativo. Isso evita a saturação dos canais térmicos e se aplica a alvos com um limite superior de 500 °C.   Os algoritmos que derivam a LST usando radiâncias de janela dividida são suficientemente avançados para que seja possível uma precisão de 1 Kelvin. Estes baseiam-se na teoria da transferência radiativa aplicada à troca de radiação entre a superfície e a atmosfera. ...

GARIMPO NA TERRA INDÍGENA KAYAPÓ

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 A Terra Indígena (TI) Kayapó, homologada e registrada e registrada na Secretaria de Patrimônio da União pelo Decreto 316 de 30/10/1991 está localizado não estado do Pará, e abrange os municípios de Bannach, Cumaru do Norte, São Félix do Xingu e Ourilândia do Norte  De acordo com informações do censo de 2014, 4.548 pessoas vivem nesta TI dos povos Mebêngôkre Kayapó, Mebêngôkre Kayapó Gorotire, Mebêngôkre Kayapó Kôkraimôrô e Mebêngôkre Kayapó Kuben Kran Krên tendo da família linguística Jê e falando a linguagem Kayapó (Terras Indígenas no Brasil, 2021).  Na TI Kayapó estão presentes algumas atividades geradoras de conflitos e ocasionadas por meio da expropriação fundiária por grileiros e posseiros, sendo as principais extração de madeireira e garimpo. Tais conflitos recaem, basicamente, sobre o uso do solo para garimpagem e venda de madeira no território Kayapó provocando divergências externas e internas. Em uma relação de troca desigual, os garimpeiros oferecem de 10% a 1...

INCÊNDIO NO CAMPUS!!!

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   O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília - Campus Panlatina (IFB - Campus Planaltina) tem suas áreas e/ou áreas vizinhas quase que anualmente queimadas por incêndios provavelmente antrópicos. Quando isso acontece, há mobilização de servidores, bombeiros, brigadistas, do Instituto Brasília Ambiental e voluntários, que prontificam-se corajosamente a combater o avanço rápido do fogo, uma vez que naquela localidade encontram-se além das estruturas da escola e dos equipamentos, canos de água e fios e postes de eletricidade, animais, maquinários, plantações anuais e perenes, veículos e casas residenciais. Figura 1. Incêndio em 14/10/2019 no IFB - Campus Planaltina. FONTE : professor Hamilton Guedes     Dentre os inúmeros prejuízos de várias ordens, e da dificuldade de manter o ensino estudantil de forma segura nos blocos de sala de aula e nas Unidades de Ensino e Pesquisa espalhadas pelos campus tem-se, ainda, o avanço das "queim...

FOCO DE INCÊNCIOS NO DISTRITO FEDERAL

 A espacialização da densidade de focos de incêndio entre os meses de maio a setembro no Distrito Federal é variável entre as Regiões Administrativas (RA's) ao longo dos anos entretanto, entre os anos de 2015 a 2021 constatou-se maior densidade de focos de incêndio nas RA's: Brazlândia, São Sebastião, Samambaia e Ceilândia. Confira no vídeo os mapas!!!

ALAGAMENTO NO PLANO PILOTO - DF

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Morar no Plano Piloto no Distrito Federal (DF) tem seus benefícios, além de ser uma cidade bonita. Como toda cidade do DF existem problemas com lixo nas ruas, acessibilidade e mobilidade e ocupação rápida - muitas vezes irregular – do solo. Problemas que tornam-se mais perceptíveis no período chuvoso; são minutos para uma tarde ensolarada “virar” tempestuosa, trazendo o fantasma dos alagamentos que assombra os brasilienses. São muitos os fatores associados aos alagamentos no Plano Piloto que vão desde características das condições climáticas regionais, perpassando pelo excesso de lixo nas tubulações, que muitas vezes são estreitas e insuficientes para captação de água da chuva até a impermeabilização do solo. O plano de mitigação do alagamento em cidades é – ou deveria ser - uma ação participativa, ou seja, construído no âmbito coletivo por meio da educação e consciência ambiental das pessoas bem como da execução orçamentária de projetos apropriados criados por órgãos públicos (co...

BIKE PARK "ALEMÃO" DO RIO DE JANEIRO

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    Acesse o vídeo sobre o processo moroso de construção do Bike Park no Complexo do Alemão, na cidade do Rio de Janeiro. O vídeo é importante ferramenta para contextuar a sociedade sobre a importância de seu papel participativo na fiscalização de obras públicas.     por   Raphael Cessa Eng. Agrônomo e prof. do IFB - Campus Planaltina

PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL 215/2000 E OS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL

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  A Proposta de Emenda à Constituição n. 215, de 2000 do Sr. Almir Sá e outros, abreviado por PEC 215/2000 acrescenta-se ao artigo 49, que é de competência exclusiva do congresso nacional o inciso:  XVIII - aprovar a demarcação das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios e ratificar as demarcações já homologadas;  Altera o parágrafo 4º do artigo 231 para: "as terras de que trata este artigo, após a respectiva demarcação aprovada ou ratificada pelo Congresso Nacional, são inalienáveis e indisponíveis, e os direitos sobre elas, imprescritíveis."    A justificativa apresentada segundo os autores desta proposta vincula-se a inexistência de mecanismo para controle, ou seja, a falta de critérios estabelecidos em lei tornando a demarcação unilateral. Atualmente, este projeto de lei encontra-se pronto para ser pauta no plenário, porém ainda não foi colocada para votação.   O último censo demográfico (2010) trazem dados sobre a população indígena (t...

PREVENDO SAFRAS

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"Prevendo safras". Matéria sobre as possibilidades de uso de imagens de satélites e veículos aéreos não tripulado disponibilizada na revista Cultivar - Máquinas, edição de fevereiro de 2020. Boa leitura!!!!!!

CONTAMINAÇÃO POR AGROTÓXICOS

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   De acordo com o Ministério da Saúde (Biblioteca Virtual), agrotóxicos são produtos químicos utilizados para combater pragas. Também são chamados de praguicidas, pesticidas, defensivos agrícolas, agroquímicos ou biocidas. Na agricultura controlam controlar insetos, fungos, ácaros, ervas daninhas, etc; na pecuária controlam carrapatos, pulgas, mosca-do-chifre, etc; nos domicílios controlam pulgões e larvas em plantas, eliminar cupins, ratos, baratas, algas em piscinas, e carrapatos e pulgas em animais.   Agrotóxicos são potencialmente perigosos, pois podem causar danos à saúde de pessoas, animais e ao meio ambiente. É a classe de produto que mais leva a óbito. As formas de intoxicação dão-se por: contato direto, no preparo, aplicação ou qualquer tipo de manuseio com o produto ou indireto, por águas e alimentos contaminados e ingeridos. A intoxicação por agrotóxicos pode ser aguda, causando náuseas, tonturas, vômitos, desorientação, dificuldade respiratória, sudorese e ...